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| Zinho, do Palmeiras, fugindo da marcação corintiana. |
A ocasião sugeriu, entre imprensa e torcedores, a hipótese da "motivação extra" dos palmeirense pra que seu rival não levante a taça.
Em entrevista à emissora RedeTV!, o atacante da equipe do Parque Antártica Ricardo Bueno afirmou haver, sim, uma vontade especial de deixar no 'quase' o grito de campeão dos corintianos. No entanto, seu treinador Luís Felipe Escolari, em outras ocasiões, negou a ambição de sagrar o Vasco campeão, mas afirmou lutar pra vencer pela honra da equipe.
Patrocinando conversas de mesas de bares e pautando debates de programas esportivos, o assunto, desde sempre polêmico, não pretende ser esclarecido nem tão cedo. Afinal, o futebol é feito de clubes, clubes são feitos por torcida, a torcida é cativada pela história e a história gera clássicos. É o processo natural do tão mágico futebol. Desvendar essa mágica seria entender o motivo de nos encantarmos com a bola rolando e, consequentemente, desencantarmos - além de calar aquelas mesas de bares e aqueles debates esportivos.
Gabriel Carlos

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